Quem sou eu? O que faço

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João Pessoa, Paraíba, Brazil
Quem sou? O que faço. Sou Maria de Lourdes, tenho, agora, 62 anos, esposa, mãe e avó, formação jurídica, com pós graduação em Direitos Humanos e Direito Processual Civil, além de um curso não concluído de Filosofia. Conheci os clássicos muito cedo, pois não tinha permissão para brincar na rua. Nosso universo – meu e de meus irmãos – era invadido, diariamente, por mestres da literatura universal, por nossos grandes autores, por contistas da literatura infanto-juvenil, revistas de informação como Seleções e/ou os populares gibis. Todos válidos para alimentar nossa sede de conhecimento. Gosto de conversar, ler, trabalhar, ouvir música, dançar. Adoro rir, ter amigos e amar. No trabalho me realizo à medida que consigo estabelecer a verdade, desconstruir a mentira, fazer valer direitos quando a injustiça parece ser a regra. Tenho a pretensão de informar, conversar, brincar com as palavras e os fatos que possam ser descritos ou comentados sob uma visão diferente. Venham comigo, embarquem nessa viagem que promete ser, a um só tempo, séria e divertida; suave e densa; clássica e atual. Somente me acompanhando você poderá exercer seu direito à críticas. Conto com sua atenção.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

ONTEM FILHO, HOJE PAI



O DIA DOS PAIS !



O ”Dia dos Pais” pode ser um dia cheio de alegria e felicidade, um dia repleto de saudades, um dia de muita dor ou mesmo de indiferença. Cada filho, cada filha, tem sentimentos próprios que refletem sua relação com o seu pai.


Um menino risonho, um Pai em especial. Esse é o enfoque. Um Pai que aos 22 anos estreou nesse universo maravilhoso da Paternidade. Uma feliz e promissora novidade: um menino quieto, calado, sensível, carinhoso, distraído, imerso num mundo maravilhoso povoado por heróis, seres fantásticos, aventuras, silenciosamente deu início a uma nova fase e sua vida.


Eis que numa metamorfose sem ruídos, mostra, mais uma vez, o seu lado criativo. Não buscou massa para modelar, os manguitos que caiam ou eram tirados das mangueiras do casa  avô materno ou na granja do avô paterno. Também não utilizou papel e lápis com os quais desenhava tirinhas de gibi. Para um momento mágico usou o coração, os sentimentos, os hormônios tão naturais à idade e na sequência natural da vida, potencializou num ápice e numa cumplicidade inafástavel, a possibilidade de se tornar PAI.


Um amor com o frescor da juventude, um novo status.  Falar sobre esse Pai é fácil, apesar de sua natureza aparentemente calma, silenciosa. É um ser ao mesmo tempo divertido, alegre, crítico e por vezes exigente. Um Pai que está muito atento, principalmente ás mudanças de suas filhas.


Parece totalmente absorvido pela tagarelice, rapidez, graça, inteligência e “manhas” de Carolina. A caçula sabe como ninguém arrancar sorrisos de seu Pai. Consegue arrancá-lo de seu mundo particular e fazê-lo integrar-se à rotina de ter dentro de um apartamento pequeno, uma criaturinha elétrica, cheia de saúde, vivacidade e criatividade! Para não fugir à regra. É claro.


Com a mais velha - Ana Cecília - é amigo, companheiro e desconfiado. Analisa com atenção as mínimas atitudes. Tem o “desconfiômetro” superativado. Observa as roupas, exige shortinho por baixo, fica na moita, mas não perde uma só palavra do que ela conversa em tom mais baixo ou mesmo a direção de seu olhar!


Como herança de seu lado paterno parece estar permanentemente desligado e inversamente de orelhas em pé. É um misto de distração e atenção. Um Pai que é capaz de se aborrecer com tolices e de se enternecer com bobagens. 


Assim é Fred. Muitas vezes, firme nas suas decisões; outras, capaz de mudar de idéia. Mas não se enganem: É um nativo de “escorpião” COM TODAS AS CARACTERÍSTICAS DO SIGNO.


Forte, capaz de dizer NÃO e sustentá-lo mesmo diante da mais ferrenha defesa. Convicto no conceito que faz das criaturas é uma arte, mais engenhosa do que fazer frente a Gasparini num tabuleiro de xadrez, tentar dissuadi-lo de uma imagem feita em relação a uma terceira pessoa.
Todavia é capaz de ir às lágrimas, se emocionar, ficar vermelho, quase estourando de alegria, de tristeza, de raiva, de dor, por amor e por total entrega  àquilo que pode estar sentindo naquele momento.


UM PAI. Com virtudes e defeitos. Com um imenso amor por suas filhas e com uma dádiva Divina de poder ser a um só tempo Pai, Amigo, Companheiro, Educador, Formador de caráter. Pai que ama, diz sim e não conforme a necessidade. Amigo que brinca, briga e disputa com suas filhas os canais da televisão, o nootbook, o tablet, a vaga na cama, as preferências da dona da casa. Companheiro que por vezes esquece do mundo e que tem vida fora dos computadores. 


Esse FRED não é o Aistaire, capaz de flutar no ar; também não é o meteórico Mercury; igualmente não é o Flinstone o agradável glutão do iabadabadu; não pensem que é o goleador pó de arroz. É FRED, filho de Charles e Lourdinha; irmão de Luzia e cunhado de Leonardo; neto de João Belísio e Leda; Álvaro e Luzia. Marido de Lílian, sua cara metade, alma gêmea, com quem divide o seu verdadeiro tesouro: ANA CECÍLIA - uma pré adolescente linda e tranquila e MARIA CAROLINA – criança de três anos de pura efervescência - COM ELA E POR ELAS ESTÁ NESSA MISSÃO DE RESPONSABILIDADE E AMOR: PATERNIDADE.



3 comentários:

Anônimo disse...

Essa é uma mãe que ama muito o seu filho. Mas, não deixa de ver a realidade. Lucia

Josélia Lins disse...

TEXTO MARAVILHOSO, QUE LI, RELI...E CHOREI!! CADA LINHA, HAVIA AMOR!!!!!PURO AMOR!!!

Lúcia Cantalice disse...

Que texto lindo!Seu filho deve ficar vaidoso com essa mãe espetacular.Parabéns!